VITAMINA D E AS DOENÇAS AUTOIMUNES

A vitamina D não é uma vitamina e sim um hormônio que induz a formação de substâncias regeneradoras do sistema nervoso, podendo ser utilizada tanto no tratamento das doenças auto imunes como nas doenças neuro degenerativas como o Parkinson, por exemplo.

Com a administração de vitamina D para pessoas que tinham doença degenerativa do sistema nervoso central, chamou a atenção que, após receberem uma dose fisiológica, de 10.000 UI/dia, equivalente a 20 minutos de exposição solar, entre 10h e 15h, sem protetor solar, os pacientes melhoram significativamente.

Na literatura existe vasta informação sobre a influencia da vitamina D sobre o sistema imunológico.

O início da administração de vitamina D, pelo Dr. Cícero Coimbra e sua equipe, foi entre os anos de 2001 – 2002 , com a indicação de 10.000 UI/dia.

A comunidade científica que estuda, pesquisa e publica sobre o tema “Vitamina D” tem a convicção absoluta que ela é o maior regulador do sistema imunológico.

Ela modifica o funcionamento de 4.500 genes em cada uma das células do sistema imunológico. A falta desta substância representa um desastre para o sistema imunológico.

As pessoas que tem doenças auto imunitárias tem uma resistência parcial aos efeitos da vitamina D e essa resistência é herdada.

Essa resistência aos efeitos imuno-moduladores da vitamina D, que é parcial, é o que torna essas pessoas suscetíveis a desenvolverem doenças auto imunitárias.
Atualmente 95% dos resultados obtidos no tratamento são devido, exclusivamente à vitamina D, sendo que precisamos prescrever doses altas para controlar a doença.
A dose é particularizada conforme o grau de resistência que cada pessoa tem.

No Protocolo Coimbra utilizamos um método para ajustar a dose diária à necessidade individual de cada paciente e isso é feito através dos exames de sangue, comparados após a administração de vitamina D, na segunda consulta que ocorre três meses após a primeira consulta e é, a partir daí que advém os melhores resultados do tratamento.

Fico feliz de fazer parte deste grupo de médicos, que seguem o Protocolo Coimbra e, através deste instrumento, “desligar” as doenças autoimunes.

O QUE HÁ DE NOVO?